O jogador Sebastian Berhalter, membro da seleção masculina de futebol dos Estados Unidos, se descreve como “meio porto-riquenho”. Sua mãe, Rosalind “Roz” Berhalter, nasceu em Nova York com o sobrenome Santana e tem herança porto-riquenha. Roz Berhalter venceu quatro campeonatos nacionais jogando pelo time feminino de futebol da Universidade da Carolina do Norte (UNC).
Berhalter nasceu em Londres enquanto seu pai, Greg Berhalter, jogava futebol profissionalmente. Ele cresceu em Columbus, Ohio, mas o pai atuou por clubes na Holanda, Inglaterra e Alemanha, o que deu a Sebastian uma visão mais internacional. Greg Berhalter também jogou futebol universitário na UNC antes de se tornar profissional. Ele atuou e treinou a seleção masculina dos EUA, com várias participações na Copa do Mundo, e atualmente comanda o Chicago Fire. Uma carta emocionante que escreveu para o filho antes de Sebastian jogar a Copa do Mundo emocionou o jogador. Um vídeo da FIFA com a leitura da carta teve mais de 20 mil visualizações no YouTube.
Berhalter é cidadão americano, mesmo tendo nascido em Londres. Filhos de cidadãos americanos nascidos no exterior geralmente têm cidadania dos EUA. Isso o torna elegível para jogar na seleção nacional.
Em uma entrevista ao site USASoccer.com, Berhalter disse que algo que surpreenderia as pessoas sobre ele é que ele é “meio porto-riquenho”. Ele já afirmou em redes sociais que sua família não falava espanhol em casa, algo comum entre porto-riquenhos que vivem nos Estados Unidos, especialmente se suas famílias moram fora de Porto Rico há várias gerações.
Segundo informações em redes sociais, Berhalter foi convidado para jogar pela Federação de Futebol de Porto Rico, mas optou por integrar a seleção dos EUA. Ele marcou um gol importante na partida entre os EUA e a Turquia na Copa do Mundo de 2026.
