25/06/2026
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Paula Belmonte negocia aliança, mas aguarda Reguffe

Paula Belmonte negocia aliança, mas aguarda Reguffe

A distrital Paula Belmonte, que também disputa o governo do Distrito Federal pelo PSDB, admite que mantém negociações com o grupo do ex-interventor Ricardo Cappelli, do PSB. A coalizão de centro-esquerda imaginada pelo PSB em torno da candidatura ao Buriti terá de esperar para ratificar a expansão rumo ao centro.

Paula afirma que já tem condições de fechar, pelos tucanos, as chapas proporcionais para deputados federais e distritais. Ela ainda não conta com um vice, mas espera por uma definição do ex-senador José Antonio Reguffe.

Reguffe não disputou a reeleição, mas pode tentar retornar em uma coligação entre o Solidariedade, partido que controla em Brasília, e o PSDB de Paula. Os partidários de Cappelli apostam na falta de capilaridade tanto do Solidariedade quanto dos tucanos.

Pelos cálculos do grupo de Cappelli, o PSB conseguirá eleger ao menos um deputado federal, talvez dois, além de ter chapa forte para a Câmara Legislativa. Já os eventuais aliados, acreditam, terão dificuldades até para atingir o quociente eleitoral.

Ex-senador vai à festa

Em uma demonstração de que se desenha algum tipo de aliança, o ex-senador Reguffe compareceu à festa de aniversário de 53 anos de Paula Belmonte. A comemoração ocorreu em um almoço surpresa no Instituto Arthur Moreno Paro Belmonte, na Vila Planalto.

A celebração reuniu familiares, amigos, apoiadores, alunos e colaboradores em um mini-arraiá, com direito a galinhada. Logo na chegada, Paula foi surpreendida pelos filhos, que vieram diretamente da escola para participar da comemoração.

Do lado de fora, no muro da sede do Instituto, uma obra de arte ganhava forma pelas mãos do artista plástico Julimar Santos. O grafite retratava crianças com livros nas mãos e a frase “Conectando sonhos, criando futuros”.

Paula e os filhos participaram da pintura no muro da instituição e escreveram juntos, na camiseta de um dos personagens, o nome “Arthur”. A homenagem faz referência ao filho de Paula, que faleceu há 12 anos e dá nome ao Instituto. Hoje, o espaço atende cerca de 300 crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade.

Sobre o autor: Centro de Noticias

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